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Previsão de crescimento e novas oportunidades no mercado imobiliário em 2017.

Buriti
DETALHES

Após desaquecimento de vendas no setor que veio com a crise do País, o mercado imobiliário se mostra mais otimista em relação ao desempenho de vendas em 2017. A pesquisa por imóveis apresentou avanços e construtoras também observaram aumento na tomada de decisão de compra.

Veja alguns sinais da economia que contribuem para o reaquecimento do mercado:

Queda da Inflação

A inflação brasileira saiu de 10,7% em 2015 para, aproximadamente, 7,2% em 2016 e com previsão de 5% em 2017, segundo o Banco Central.

Ilan Goldfajn, presidente do BC, comunicou que tentará conseguir atingir meta central de inflação de 4,5% estipulada para o próximo ano.

Redução da taxa de juros

Baixando de 13,75% para 13%.

O mercado financeiro voltou a baixar a sua previsão para a taxa básica de juros da economia, a Selic. Atualmente, os juros estão em 13% ao ano. Porém, ainda de acordo com o mercado financeiro, para 2017, a estimativa da taxa de juros é de 11%, o que presume uma queda maior no próximo ano.

> A taxa de juros, quando mantida alta, onera o crédito e colabora pra inibir o consumo das famílias e a injeção de capital das empresas, elementos mandatórios para a recuperação do crescimento da economia.

Aumento do Produto Interno Bruto (PIB)

Depois de dois anos seguidos de retração do Produto Interno Bruto (PIB) - a maior em 25 anos - o FMI estimou um crescimento de 0,5%, contra uma projeção de crescimento nula feita nos dois últimos levantamentos do órgão.

> O PIB, posto que desempenha o papel de medir o comportamento da economia brasileira, além de ser a junção de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro.

Nesse sentido, a perspectiva é favorável à indústria imobiliária, pois o Banco Central enxerga um cenário mais satisfatório em 2017, do que o vivido pelos brasileiros em 2016.

Caixa Econômica Federal

Outras notícias recentes que contribuem para esse cenário mais positivo foram o aumento dos limites de financiamento de imóveis anunciados pela Caixa (a cota que pode ser financiada passou de 60% para 70% nos usados e de 70% para 80% dos novos) e o aumento dos valores para financiamento de imóveis pelo FGTS, anunciado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Por meio de uma economia fortalecida e consistente, é possível alcançar inúmeros benefícios, como melhora na confiança e renda do consumidor, baixa inadimplência e aumento da empregabilidade. Todos esses fatores asseguram, de certa forma, requisitos propícios para a aquisição de um imóvel, seja ele comercial ou residencial.

 

Fonte: G1, Blog das Parcerias Públicas Privadas 

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